A efectividade da coerência no Time Emotional Management Coaching consiste
em 4 fases.
Numa primeira fase, começa-se
pela identificação do sintoma: o coach/facilitador fica a
conhecer os comportamentos específicos, humores, emoções, pensamentos e
circunstâncias que o coachee quer mudar. O coach/facilitador pede ao coachee
para reviver (não apenas recontar), uma situação recente em que ocorreu o
problema, focalizando aspectos específicos da experiência (e.g., sentir,
pensar, comportamento, etc.).
Na segunda fase, de
descoberta, o objectivo é descobrir a aprendizagem da sustentabilidade
emocional subjacente, de acordo com o que exige o sintoma. Mais
uma vez, o coach/facilitador promove o acesso a essa "autoconsciência e resiliência emocional do sintoma" de uma
forma experiencial. Algumas das ferramentas utilizadas nesta fase são:
Privação do Sintoma: o coachee visualiza como é
viver e comportar-se sem o sintoma. Isso traz um desconforto que, quando surge
plenamente, revela um sofrimento que é evitado pelo sintoma;
Completar frases: Por e.g., um coachee sub-“realizado” é convidado a visualizar
os seus pais e a dizer-lhes: "Parte de mim espera que quando vocês vêm que
eu estou a falhar, vocês vão...". Ele diz isso e as palavras que surgem
para completá-lo são, "cuidar de mim, por uma vez." Muitas vezes, o coachee
vai trazer espontaneamente, associações ou lembranças de situações do início da
sua vida em que a necessidade de adaptação dos sintomas é claramente mais
reconhecível. O reviver dessas situações, ao invés de falar sobre elas, pode
ser útil, para entender, compreender de forma lúcida, porque o sofrimento que
se espera na ausência do sintoma é muito pior que o sofrimento que o sintoma em
si está a causar.
Na terceira fase de
integração, o objectivo é que a verdade emocional do sintoma se integre na
consciência quotidiana do coachee. As ferramentas nesta fase incluem:
1. Afirmação explícita: O coachee é convidado pelo coach/facilitador
para dar a voz à verdade emocional do sintoma. Por e.g., o coachee veria a imagem dos seus pais e dir-lhes-ia:
"Espero que quando vocês vêm que eu estou a falhar, cuidem de mim,
finalmente. Se eu pareço bem, nunca cuidam de mim. "
2. Cartões de bolso: o propósito subjacente do sintoma é escrito num
cartão e dado ao coachee para leitura diária.
3. Reconhecimento em tempo real: a ocorrência de sintomas, entre
sessões, é usada como um sinal para lembrar e re-experienciar a necessidade do
sintoma. O resultado da integração das construções emocionais (aprendidas)
exigindo o sintoma, é uma alteração na forma como o coachee experiencia o
problema. Em vez de ver o sintoma como patológico, estranho e fora de controle,
o coachee ganha uma sensação de controle, sentido e propósito na sua produção.
Na quarta fase de
transformação, a experiência da construção de sintomas está emparelhada com
a experiência de alguns conhecimentos de vida incompatível. Esta justaposição
visceralmente experienciada tem como resultado o fim permanente do
sintoma.
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